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11 June 2021

Open Banking é sinônimo de mais autonomia para os clientes de bancos, fintechs e outras instituições financeiras, inclusive no empréstimo pessoal. Neste artigo, vamos explicar o que muda no processo de empréstimo com o Open Banking, assim você pode entender melhor essa relação e os benefícios que pode ter. Confira!

O que é Open Banking? Como a tecnologia muda o mercado financeiro?

O Open Banking, ou seja, sistema bancário aberto, vem como um F5 atualizando o relacionamento entre os bancos e seus clientes.

É sobre abrir a gama de opções para o consumidor a partir de liberdade de levar suas informações financeiras para outras instituições também autorizadas pelo Banco Central, com modernização e descomplicação em muitos processos.

Tais informações financeiras pessoais incluem contas, transações, depósitos, pagamentos de contas, perfil de gasto, movimentações bancárias no geral e até empréstimos e seus devidos pagamentos que a pessoa já tenha realizado anteriormente em outros bancos.

Mesmo sendo cliente de determinado banco, com o Open Banking, cada pessoa é livre para adquirir produtos e serviços financeiros de outras instituições também. E é isso que este novo sistema propõe, para facilitar a comunicação entre bancos e a portabilidade de dados dos consumidores (com permissão previamente concedida, é claro).

Hoje, um banco não “briga” com outro para competir pelo cliente oferecendo melhores serviços; muitas fintechs já vêm com essa proposta para o mercado e é por isso que fazem tanto sucesso (enquanto assustam bastante os bancos tradicionais por outro lado). Esta mudança ainda está em construção no Brasil e tudo indica que será uma realidade ainda em 2021, mas ainda em evolução nos meses conseguintes à sua chegada.

E então, como o Open Banking ajuda no processo de empréstimo pessoal?

No caso dos empréstimos para pessoa física, que são serviços financeiros bastante personalizados que consideram desde renda mensal a score do consumidor, o Open Banking pode impactar de forma muito positiva, tanto na visão do cliente quanto na do banco.

A partir do momento que um cliente solicitar um empréstimo na instituição bancária X, a empresa poderá verificar seu histórico bancário em outros lugares, oferecendo assim a oferta mais adequada à sua realidade, incluindo juros ou limites melhores adaptados àquela pessoa.

A tecnologia, que funciona com APIs abertas, também aquece o mercado financeiro com mais competição e concorrência no setor, que é conhecido por ser tão concentrado em poucas instituições. Dessa forma, as ofertas de juros e melhores condições de pagamento podem variar mais e facilitar a escolha do melhor empréstimo por parte do consumidor.

Trazendo ofertas mais justas e personalizadas, o Open Banking traz mais agilidade para o consumidor e também nos processos bancários. Na grande maioria dos casos, o processo de pedir um empréstimo pessoal tem muitas etapas, exigências e burocracias, o que pode fazer com que o indivíduo procure outro banco ou outras soluções informais como uma saída mais rápida. E o Open Banking acelera esse acesso às informações do cliente e já poupa boa parte do tempo do banco para oferecer melhor o empréstimo.

 

Em resumo, o Open Banking melhora o processo de empréstimo pessoal com:

> Mais concorrência e competição entre as instituições financeiras.

> Ofertas cada vez mais personalizadas para o cliente, baseado em dados e histórico com fácil acesso.

> Mais chances de aprovação de crédito para os consumidores.

> Agilidade em processos burocráticos.

> Empréstimos com juros menores para “ganhar” a atenção do cliente.

> Melhores condições, com mais flexibilidade nas formas de pagamento e até melhores prazos.

> Aquece o mercado e movimenta a economia, com maior volume de pedidos de empréstimos.

> Com ofertas mais personalizadas, as taxas de inadimplência tendem a diminuir.

Além do empréstimo, fica muito mais fácil para o banco também oferecer produtos e serviços complementares, que otimizem a experiência do consumidor, evitando inadimplência e estendendo o relacionamento da pessoa com a instituição.

O que esperar do Open Banking nos primeiros meses?

Lembrando que o Open Banking precisa evoluir na rotina dos bancos brasileiros até que este cenário ideal seja alcançado. Talvez os consumidores não sintam logo de cara a queda de juros ou maior disputa pela sua atenção, tendo maior destaque em fintechs e instituições mais modernas, que já nasceram próximas a esse conceito transformador.

O mercado sofrerá um impacto a princípio, com relação a adaptação e observação sobre seus atuais clientes, que podem migrar mais fácil para outras empresas e buscar outras soluções (como já vem acontecendo).

Além disso, muitas pessoas terão “receio” de contratar empréstimos com novos players que forem surgindo. Então é preciso esperar, observar, testar e, como consumidor, pesquisar bastante, sempre se informando sobre as melhores opções para sua vida financeira.

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